Siddhartha Gautama, o BUDA

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Siddhartha Gautama, o BUDA

Mensagem  Richard Wizard em Qua Dez 11, 2013 1:15 pm





     

     
Basicamente o Budismo e seus ensinamentos, se relacionam, com o conceito prático, de extinguir o sofrimento individual e coletivo, conjuntamente com o sofrimento de todas as criaturas existentes.  Toda essa ideia é vinda das inquietações do Sidarta enquanto príncipe, em seu palácio fechado, e restrito completamente em seu contexto, em relação ao que se passava por detrás das muralhas do castelo. O seu pai por motivos pessoais, condicionou o jovem Sidarta a acreditar que não existiam boas coisas, por detrás dos muros. Tentando poupar o seu filho de não enxergar aquilo que era real, o sofrimento. Buscando meios, através de todas as riquezas, como forma de apaziguar a situação que estava se tornando cada vez maior, os questionamentos do jovem. De fato o príncipe tinha todas as coisas, que lhes era desejado, muitas mulheres, jóias, pedras preciosas, todos os bens, e toda riqueza palpável aos seus olhos, e mãos, desejados por qualquer homem. Isso não foi bastante para confortar o seu coração. Certo dia decidiu conhecer o mundo por detrás dos muros. O responsável e facilitador, foi o seu primo, que o ajudou em vários momentos da trajetória, que levaria o jovem príncipe, a conhecer o que era desconhecido. Em alguns momentos sucessivos, Sidarta se depara com algumas situações constrangedoras, pois como bem sabemos, ele era um príncipe, totalmente privado, e afastado da massa populacional, e de todas as camadas esféricas de uma remota civilização. A princípio ele encontra uma pessoa enferma, e pergunta ao seu primo, o que era aquilo, seu primo responde que seria uma pessoa doente, debilitada. Sidarta volta a perguntar, se todos um dia ficarão assim, Ananda, seu primo, disse, que sim, inclusive a ele.

Prosseguindo o caminho, o príncipe Sidarta, encontra uma pessoa de aparência envelhecida, e faz a mesma pergunta a Ananda, seu primo. Se isso também iria acontecer a todos os homens, ele diz que sim, inclusive a ele. E não diferente, eles se deparam com um cadáver, e o príncipe Sidarta, pergunta se todos irão desfalecer do mesmo modo um dia. Ananda, respondeu da mesma forma, que sim, inclusive a ele. Todos esses momentos, e trajeto, colaboraram para as experiências do príncipe Sidarta, pós-reino, no seu retiro para prática asceta, com os seguimentos que ele mesmo praticou para a descoberta, a desenvolver as causas de tudo aquilo que observou, e sentiu, compadecendo-se e doando-se, para o desenvolvimento da extinção total dos prazeres e desejos que o próprio reino lhe proporcionava, e a forma que alcançou ao Nirvana (iluminação) em meditação, e as tentações visuais, que seria a própria ilusão (Mara), nesses momentos de triunfo. Libertando-se do sofrimento, e deixando os seus ensinamentos para todo aquele que almejasse o caminho, para a libertação do sofrimento, e a evolução da humanidade.
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